segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O nada!


Ás vezes, eu nem sei mais o que eu sinto, nem mesmo sei se ainda sinto.
O vazio se tornou meu único refúgio, e ele já não me satisfaz.
Estar no meio de uma multidão, e se sentir sozinho.
Não se encaixar e nem se habituar a parte alguma.
Não fazer parte daquilo, não fazer parte de nada.
Não viver a vida a cada instante, pela fuga, pelo medo.
Não ser compreendido, e não ser aceito.
E sentir que morre, a cada minuto que passa.
O vazio.
O nada!



by Rê

Ao tempo


Somente o tempo apaga as mágoas do passado;
Cura as dores do coração;
Responde às perguntas sem resposta;
Muda tudo de lugar;
Encontra um outro alguém em quem pensar.


by Rê

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Abra seus olhos


O amor é algo que está tão fora de moda.
Então, joguei fora esse negócio de amor, quase que por completo.
Isso também inclui o amor próprio.
(Se bem que, um pouco de amor próprio, é sempre necessário.).

Acho que quase ninguém sabe mais como isso funciona.
O amor não é só feito de palavras bonitinhas,
embutidas em imensas (e bregas) declarações de amor.
Ações também contam. (ou não).

Abra seus olhos.
Veja o que acontece ao seu redor.
Se dê conta do óbvio.
Que não precisa, necessariamente,
ser expressado em palavras.
(E talvez não deva).
Preste atenção, ligue os fatos.

O que você vê, quando me vê?



by Rê