quarta-feira, 24 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Saudade
Hoje eu acordei com saudade.
Saudade de um tempo que já se foi.
Saudade de como a vida era.
Saudade de quem eu já fui.
Saudade das pessoas que conheci,
dos amigos de infância
e dos que vieram depois.
Dos que permaneceram e
dos que se foram (para sempre).
Saudade do tempo em que tudo era brincadeira,
e a única preocupação era
se iria fazer chuva ou fazer sol.
Saudade de quando o afeto e o carinho vinham
em forma de sorrisos e abraços reais e não virtuais.
Saudade das coisas simples.
Saudade de um tempo que não volta mais.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Descobertas
Descobri que nada na vida é em vão.
Descobri que por pior que seja uma situação,
há sempre um ponto positivo com que podemos aprender.
Descobri que quando menos se espera, coisas boas acontecem.
Descobri que pessoas podem surgir na sua vida do nada,
e se tornarem especiais em um curto espaço de tempo.
Descobri que não sei mentir sobre meus sentimentos.
Descobri que não sou tão fria e indiferente quanto eu supunha.
Descobri que sou muito mais sentimental do que aparento.
Descobri que minha sinceridade pode machucar os outros.
Descobri que sendo sincera eu posso me machucar.
Descobri que a melancolia não é tão legal quanto parece.
Descobri que deixar o medo de lado te faz mais forte,
e será sempre a melhor opção.
Descobri que não preciso tirar os pés do chão para poder sonhar.
Descobri que o tempo passa rápido demais,
mas o que foi/é importante fica guardado aqui dentro.
Descobri que um simples pôr-do-sol pode me emocionar profundamente.
Descobri que os detalhes fazem toda a diferença.
Descobri que nem sempre as coisas serão como gostaríamos que fossem.
Descobri que sou extremamente compreensiva.
Descobri que tenho amigos compreensivos e totalmente desprovidos de preconceito.
Descobri que sou otimista (até demais).
Mas o mais importante, descobri que gosto de viver!
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Depois do último gole.
E o que vem depois do último gole?
O copo vazio e o coração embriagado.
Débeis palavras ditas no auge de minha franqueza.
A cabeça girando, pensamentos em combustão.
Explodem em cada palavra que sai
de minha boca displicentemente,
afiadas como lâminas que cortam o ar em sua direção.
E te ferem a face, e te cortam o coração.
Minha ausência de culpa diante da sua reação
ao vômito das palavras, impulsiva e inconsequentemente
ditas num momento de embriaguez ante o espelho.
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