E o que vem depois do último gole?
O copo vazio e o coração embriagado.
Débeis palavras ditas no auge de minha franqueza.
A cabeça girando, pensamentos em combustão.
Explodem em cada palavra que sai
de minha boca displicentemente,
afiadas como lâminas que cortam o ar em sua direção.
E te ferem a face, e te cortam o coração.
Minha ausência de culpa diante da sua reação
ao vômito das palavras, impulsiva e inconsequentemente
ditas num momento de embriaguez ante o espelho.
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